Carregando...

Salmos 103

35 versículos

  1. 1

    Bendiz, ó minha alma, o Senhor! Senhor, Deus meu, tu és muito grande! Estás revestido de majestade e de esplendor, (ver nota)

  2. 2

    envolvido em luz como num manto. Tu estendeste o céu como um pavilhão,

  3. 3

    construiste sobre as águas os teus aposentos. Fazes das nuvens o teu carro, andas sobre as asas do vento.

  4. 4

    Dos ventos fazes os teus mensageiros, e do fogo ardente os teus ministros.

  5. 5

    Fundaste a terra sobre as suas bases, e não vacilará pelos séculos dos séculos.

  6. 6

    Com o oceano a cobriste como com um manto, e as águas mantiveram-se sobre as montanhas.

  7. 7

    Mas, à tua ameaça, (essas águas) fugiram, à voz do teu trovão tremeram.

  8. 8

    As montanhas elevaram-se, os vales desceram aos lugares que lhes marcaste.

  9. 9

    Estabeleceste-lhes limites, que não podem ultrapassar, para que não voltem a cobrir a terra.

  10. 10

    Mandas que das fontes nasçam os arroios que correm entre as montanhas,

  11. 11

    que a todos os animais do campo dão de beber: os asnos silvestres apagam a sua sede;

  12. 12

    junto deles habitam as aves do céu, (as quais) fazem ouvir as suas vozes por entre os ramos,

  13. 13

    Regas os montes (do alto) das tuas moradas, com o fruto das tuas obras é saciada a terra.

  14. 14

    Produzes erva para os animais, verduras para uso dos homens, para poderem tirar o pão do seio da terra,

  15. 15

    e o vinho que alegra o coração do homem; para fazer brilhar o seu rosto com azeite, para que o pão robusteça o coração do homem.

  16. 16

    São saciadas as árvores do Senhor, e os cedros do Líbano, que ele plantou.

  17. 17

    Ali fazem seus ninhos as aves, a casa da cegonha são os abetos.

  18. 18

    Os montes altos às cabras monteses, os penhascos aos roedores dão refúgio.

  19. 19

    Fez a lua para marcar os tempos; o sol conheceu o seu ocaso.

  20. 20

    Quando formas as trevas e se faz noite, então vagueiam todos os animais da selva.

  21. 21

    Os leõezinhos rugem em busca da presa, e pedem a Deus o seu sustento.

  22. 22

    Quando o sol desponta, retiram-se, vão recolher-se nos seus covis.

  23. 23

    Sai então o homem para o seu trabalho e para os seus labores até à noite.

  24. 24

    Quão numerosas são as tuas obras. Senhor! Fizeste com sabedoria todas as coisas: a terra está cheia das tuas criaturas.

  25. 25

    Eis o mar, grande e espaçoso, nele existem peixes sem número, animais pequenos e grandes.

  26. 26

    Por ele transitam os navios, e Leviatã, que formaste para nele brincar (entre as suas ondas).

  27. 27

    Todos esperam de ti, que lhes dês de comer a seu tempo,

  28. 28

    Dando-lho tu, eles o recolhem; abrindo a tua mão, enchem-se de bens.

  29. 29

    Se escondes o teu rosto, perturbam-se; se lhes tiras o espírito, perecem e voltam ao seu pó (de que saíram).

  30. 30

    Se envias o teu espírito, são criados, e renovas a face da terra.

  31. 31

    Seja eterna a glória do Senhor: alegre-se o Senhor nas suas obras,

  32. 32

    aquele (Senhor) que olha para a terra, e ela treme, que toca os montes, e eles fumegam. (ver nota)

  33. 33

    Cantarei ao Senhor durante toda a minha vida; cantarei salmos ao meu Deus enquanto existir.

  34. 34

    Sejam-lhe agradáveis as minhas palavras; quanto a mim, deleitar-me-ei nó Senhor.

  35. 35

    Desapareçam da terra os pecadores, e os ímpios não existam mais; bendiz, ó minha alma, o Senhor! Aleluia!