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Provérbios 14

32 versículos

  1. 1

    A mulher prudente edifica a sua casa: a insensata destruirá com as suas próprias mãos a que já está feita.

  2. 2

    Aquele que anda pelo caminho direito, teme a Deus; aquele que anda pelo caminho tortuoso, despreza-o.

  3. 3

    Na boca do insensato está a vara (ou o castigo) da sua soberba; mas os lábios dos sábios são a sua guarda.

  4. 4

    Onde não há bois, a mangedoira está vazia; mas onde há muitas searas, aí se manifesta a força do boi.

  5. 5

    A testemunha fiel não mente; a testemunha dolosa profere a mentira.

  6. 6

    O mofador busca a sabedoria, e não a encontra; para os homens-prudentes a sabedoria é (coisa) fácil. Afasta-te do homem insensato, pois ele não conhece os ditames da prudência.

  7. 8

    A sabedoria tio homem avisado é compreender o seu caminho; a loucura dos insensatos é engano.

  8. 9

    O insensato ri-se do pecado; entre os justos mora a benevolência (de Deus).

  9. 10

    Todo o coração conhece as suas amarguras; um estranho não partilha da sua alegria.

  10. 11

    A casa dos ímpios será destruída, mas as tendas dos justos florescerão.

  11. 12

    Há um caminho que parece direito ao homem, e no cabo conduz à morte.

  12. 13

    Mesmo no riso, o coração pode sofrer, e a alegria pode terminar em amargura.

  13. 14

    O Insensato será farto dos seus (maus) caminhos, e o homem virtuoso dos frutos das suas boas obras.

  14. 15

    O imprudente dá crédito a tudo o que se lhe diz; o cauteloso considera os seus passos,

  15. 16

    O sábio teme e desvia-se do mal; o insensato avança arrogantemente, e dá-se por seguro.

  16. 17

    O que facilmente se irrita, comete loucuras; o homem reflectido não se impacienta.

  17. 18

    Os néscios possuirão a loucura, e os prudentes coroam-se com a ciência.

  18. 19

    Os maus se inclinarão diante dos bons, e os ímpios diante das portas dos justos.

  19. 20

    O pobre é odioso até aos seus parentes; porém os amigos dos ricos serão muitos.

  20. 21

    Aquele que despreza o seu próximo, peca; mas o que se compadece do pobre, será bem-aventurado. Os que praticam o mal, acaso não se transviam? A misericórdia e a verdade são para que praticam o bem.

  21. 23

    Em toda a parte onde se trabalha há abundância; mas onde (sòmente) se fala muito, aí se encontra a indigência.

  22. 24

    A riqueza é uma coroa para os sábios; a fatuidade dos insensatos é imprudência.

  23. 25

    A testemunha fiel salva a vida (dos caluniados); a que porém é falsa atraiçoa (e causa a morte).

  24. 26

    No temor do Senhor há (para o justo) uma confiança cheia de fortaleza; seus filhos encontrarão nele asilo. O temor do Senhor é uma fonte de vida, que afasta dos laços da morte.

  25. 28

    O povo numeroso é a glória do rei; a falta de gente é a ruína do príncipe.

  26. 29

    O que é paciente governa-se com muita prudência; o que é impaciente manifesta a sua loucura.

  27. 30

    Um coração tranqüilo é a vida do corpo; a inveja é a cárie dos ossos.

  28. 31

    Quem maltrata o indigente injuria o seu Criador; mas honra-o aquele que se compadece do pobre.

  29. 32

    O ímpio será derribado pela sua malícia; o justo porém, mesmo na sua morte, conserva a confiança.

  30. 33

    A sabedoria descansa no coração do prudente, mas também (pelo remorso) se faz sentir, no meio dos insensatos.

  31. 34

    A justiça exalta as nações; o pecado torna miseráveis os povos.

  32. 35

    O servidor inteligente é agradável ao rei; o inútil sentirá a sua ira.