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Provérbios 1

30 versículos

  1. 1

    Provérbios de Salomão, filho de Davide, rei de Israel,

  2. 2

    para aprender a sabedoria e disciplina; (ver nota)

  3. 3

    para compreender as palavras da prudência, receber a instrução da (boa) doutrina, a justiça, a rectidão e a equidade;

  4. 4

    para dar aos inexperientes o discernimento, e ao jovem conhecimento e reflexão. O sábio, ouvindo (estas sentenças), ficará mais sábio, e o que as entender adquirirá destreza

  5. 6

    para compreender as sentenças e as palavras subtis, as máximas dos sábios e os seus enigmas.

  6. 7

    O temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Os insensatos desprezam a sabedoria e a doutrina.

  7. 8

    Ouve, meu filho, as instruções de teu pai, e não abandones os ensinamentos de tua mãe.

  8. 9

    Isso será uma coroa de graça para a tua cabeça, e um colar para o teu pescoço.

  9. 10

    Meu filho, se os pecadores te atraírem com os seus afagos, não condescendas com eles.

  10. 11

    Se te disserem: Vem connosco, façamos emboscadas para derramar sangue, armemos laços ocultos ao inocente, que nos não fez mal algum;

  11. 12

    devoremo-lo vivo como o sepulcro (devora os cadáveres), e inteiro como aquele que desce à cova;

  12. 13

    acharemos toda a sorte de bens preciosos, encheremos as nossas casas de despojos:

  13. 14

    une a tua sorte à nossa, seja uma só a bolsa de nós todos;

  14. 15

    meu filho, não vás com eles, guarda-te de andares pelas suas veredas;

  15. 16

    porque os seus pés correm para o mal, e apressam-se a derramar sangue.

  16. 17

    Mas debalde se lança a rede diante dos olhos dos que têm asas.

  17. 18

    Eles mesmos (com isto) armam traições contra o seu próprio sangue, e tramam enganos contra as suas almas.

  18. 19

    Tais são os caminhos de todos os ávidos de riqueza: (estes caminhos) perdem as almas daqueles que os seguem.

  19. 20

    A sabedoria clama em público, nas praças levanta a sua voz.

  20. 21

    Ela grita nas encruzilhadas, faz ouvir as suas palavras à entrada das portas da cidade, dizendo:

  21. 22

    Até quando amareis, ó crianças, a infantilidade? (Até quando é que) os insensatos cobiçarão as coisas que lhes são nocivas, e os imprudentes odiarão a instrução?

  22. 23

    Convertei-vos com a minha repreensão; eu vou espalhar sobre vós o meu espírito, eu vou ensinar-vos a minha doutrina.

  23. 24

    Mas, visto que eu vos chamei, e vós não quisestes ouvir-me, visto que estendi a minha mão, e não houve quem olhasse para mim, visto que desprezastes todos os meus conselhos, e não fizestes caso das minhas repreensões,

  24. 26

    também eu me rirei da vossa ruína, zombarei de vós; quando vos assaltar o terror, quando cair sobre vós, como furacão, o terror, quando vos colher a desgraça como um temporal, quando vierem sobre vós a tribulação e a angústia

  25. 28

    Então me invocarão (os ímpios) e eu não os ouvirei, buscar-me-ão, e não me encontrarão, (ver nota)

  26. 29

    porque eles aborreceram a instrução, não abraçaram o temor do Senhor,

  27. 30

    não se submeteram ao meu conselho, e desprezaram todas as minhas repreensões.

  28. 31

    Comerão, pois, os frutos do seu (mau) proceder, e fartar-se-ão dos seus conselhos.

  29. 32

    O desvio dos parvos os matará, e a (falsa) prosperidade dos insensatos os perderá.

  30. 33

    Mas aquele que me ouvir, viverá tranqüilo, em segurança, sem receio de mal algum.